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A impressão 3D industrial

A impressão 3D está “pronta para emergir de seu status de nicho e se tornar uma alternativa viável aos processos de manufatura convencionais em um número crescente de aplicações”.


A impressão 3-D industrial está em um ponto crítico, prestes a se tornar popular em grande escala. A maioria dos executivos e muitos engenheiros não percebem, mas essa tecnologia foi muito além da prototipagem, ferramentas rápidas, bugigangas e brinquedos. A “manufatura aditiva” é a criação de produtos duráveis ​​e seguros para venda a clientes reais em quantidades moderadas a grandes.


O início da revolução apareceu em uma pesquisa da PwC de 2014 com mais de 100 empresas de manufatura. Na época da pesquisa, 11% já haviam mudado para a produção em massa de peças ou produtos impressos em 3D. De acordo com analistas do Gartner, uma tecnologia é “mainstream” quando atinge um nível de adoção de 20%.


Entre as inúmeras empresas que usam a impressão 3D para aumentar a produção estão GE (motores a jato, dispositivos médicos e peças de eletrodomésticos), Lockheed Martin e Boeing (aeroespacial e defesa), Aurora Flight Sciences (veículos aéreos não tripulados), Invisalign (odontológico dispositivos), Google (produtos eletrônicos de consumo) e a empresa holandesa LUXeXcel (lentes para diodos emissores de luz, ou LEDs). Observando esses desenvolvimentos, a McKinsey relatou recentemente que a impressão 3D está “pronta para emergir de seu status de nicho e se tornar uma alternativa viável aos processos de manufatura convencionais em um número crescente de aplicações”. Em 2014, as vendas de impressoras 3D de nível industrial nos Estados Unidos já eram um terço do volume de vendas de automação industrial e robótica. Algumas projeções indicam que esse número aumentará para 42% até 2020.


Mais empresas seguirão conforme a gama de materiais para impressão continua a se expandir. Além de plásticos básicos e resinas fotossensíveis, eles já incluem cerâmica, cimento, vidro, vários metais e ligas metálicas e novos compostos termoplásticos infundidos com nanotubos e fibras de carbono. A economia acabará por convencer os retardatários. Embora os custos diretos de produção de bens com esses novos métodos e materiais sejam frequentemente mais altos, a maior flexibilidade proporcionada pela fabricação de aditivos significa que os custos totais podem ser substancialmente mais baixos.


Assim como nos diversos ramos do mercado que estão descobrindo aplicações para testes, adequações e estudo como o uso da impressão 3D, materiais como o Nylon pode ser usado para o desenvolvimento de peças que ao final deverão por normativas serem desenvolvidas em aço ou PTFE e, no inicio do desenvolvido e analise a impressão 3D será uma excelente alternativa e economicamente viável.

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